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    Nível 71: Forest Gump Avatar de Josemsud
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    Netflix quer mais produções brasileiras


    O vice-presidente de conteúdo original local da Netflix, Erik Barmack, falou na abertura do último dia do Rio Content Market, nesta sexta 11, no Rio de Janeiro. Ele falou sobre algumas produções originais que a plataforma vem fazendo ao redor do mundo, inclusive a brasileira "3%", e disse que a empresa está aberta a receber projetos e quer ter novas produções feitas no país. Barmack conta que a ideia é ter produções não necessariamente faladas em inglês, usando os diretores e talentos locais e voltadas ao público local, mais distribuídas globalmente.

    A Netflix tem hoje, conta, sete projetos em andamento no México, Brasil, França, Itália e Alemanha, e ele diz que a plataforma será ainda mais agressiva em suas investidas internacionais. "Queremos produções que tenham uma atmosfera diferente, que saiam do padrão tradicional dos estúdios americanos", disse.

    A primeira produção local da Netflix foi "Club de Cuervos", produzida no México em 2015 pelo diretor Gaz Alazraki. "A ideia era fazer uma série com pegada de série premium de TV por assinatura no México". A série foi distribuída em 20 idiomas. Para 2016 o destaque é a brasileira "3%", dirigida por Cesar Charlone e que tem no elenco Bianca Comparato e João Miguel, com produção da Boutique Filmes.

    A Netflix está produzindo ainda uma série na França, "Marseille", com os atores Gerard Depardieu e Benoit Magimel. "Tem uma atmosfera de filme francês", conta Barmack. A estreia global será no dia 5 de maio.

    No México a plataforma produz agora "Ingovernable", com a atriz Kate Del Castillo, um thriller falado inteiramente em espanhol, com uma pegada de novela mexicana, mas reduzida para 16 episódios.

    Para 2017 estão programadas a produção italiana "Suburra", um drama criminal da Cattleya Productions, a mesma do filme e da série "Gomorrah", e ainda a primeira série da Netflix produzida na Alemanha – "Dark", thriller do diretor Baran Bo Odar.

    Segundo Barmack, o que a Netflix busca em suas produções originais é uma combinação de um grande apuro visual e estético com uma boa história. É importante também, disse, que haja possibilidade de novas temporadas, e não seja apenas uma história fechada.

    Ele disse que é mito a história de que a Netflix baseia as suas decisões sobre produções originais apenas nos dados recolhidos dos hábitos de uso dos assinantes. "Disseram muito que 'House of Cards' foi feito inteiramente baseado em decisões tomadas em cima do banco de dados. Não é verdade. O que fazermos a usar os dados para testar e medir as chances de que aquilo que estamos fazendo dará certo. No caso de '3%', por exemplo, nós sabemos que o público brasileiro gosta de ficção científica. Isso nos ajuda, mas faríamos a série de qualquer forma, independente dessa informação".

    Em "Marseille", conta, havia uma dúvida do diretor e da empresa se o personagem de Depardieu deveria ter um tom mais rude ou mais suave. As pesquisas feitas pela Netflix apontaram que o público não gostava de personagens muito rudes mas o ator disse que faria assim do mesmo jeito e a empresa aceitou, porque a decisão artística deve estar acima de qualquer outra coisa, disse o executivo.

    Ele também disse que o fato dos episódios estarem todos disponíveis de uma vez só é libertador para quem cria as séries, pois é possível tirar o espectador da história principal e fazer digressões sem prejudicar a narrativa. Também, por ser uma plataforma on-demand, Barmack diz que a Netflix busca histórias com um desenvolvimento mais longo, não necessariamente histórias que se resolvem a cada episódio.

    Quanto aos modelos de negócios, em geral a Netflix banca integralmente a produção e detém os direitos, mas ele afirmou também que é possível fazer outras modalidades de negócio, como coprodução, algo que a Netflix já faz em alguns países, em parceria por exemplo com um broadcaster. A única coisa que eles buscam garantir sempre é a janela global para vídeo on-demand.

    Fonte: Tela Viva News
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  2. #2
    Citação Postado originalmente por Josemsud Ver Post
    Quanto aos modelos de negócios, em geral a Netflix banca integralmente a produção e detém os direitos, mas ele afirmou também que é possível fazer outras modalidades de negócio, como coprodução, algo que a Netflix já faz em alguns países, em parceria por exemplo com um broadcaster. A única coisa que eles buscam garantir sempre é a janela global para vídeo on-demand.

    Fonte: Tela Viva News
    Excelente, outra matéria que vai ao encontro do comentário:
    E por isso, viva o Netflix, muito mais barato, flexível e com mais respeito pelo assinante. O futuro é o streaming, nuvem, placeshifting e por aí vai. Tv por assinatura, no formato e falta de respeito que está atualmente, é a coisa mais arcaica e ultrapassada desde o telefone com fio.
    https://www.facebook.com/groups/1235003163194357/
    Portanto além da Netflix ser uma plataforma mais barata, com mais opções, onde o usuário pode fazer sua própria programação, ela ainda incentiva a produção e a cultura nacional!
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